terça-feira, 22 de maio de 2012

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA -

ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA - O FIM DA ESCRAVIDÃO NO BRASIL (Resumo)
História da Abolição da Escravatura no Brasil, os abolicionistas, Resumo,  Lei Áurea decretada pela Princesa Isabel em 1888,
a questão da escravidão no Brasil Império.
abolição da escravatura
Princesa Isabel: assinou a Lei Áurea

Contexto Histórico 
No início da colonização do Brasil (século XVI), não havia no Brasil trabalhadores para a realização de trabalhos manuais pesados. Os portugueses colonizadores tentaram usar o trabalho indígena nas lavouras. A escravidão indígena não pôde ser levada adiante, pois os religiosos católicos se posicionaram em defesa dos índios condenando sua escravidão. Logo, os colonizadores buscaram uma outra alternativa. Eles buscaram negros na África para submetê-los à força ao trabalho escravo em sua colônia. Foi neste contexto que começou a entrada dos escravos africanos no Brasil.
Como era a escravidão no Brasil
Os negros africanos, trazidos da África, eram transportados nos porões dos navios negreiros. Em função das péssimas condições deste meio de transporte desumano, muitos morreram durante a viagem. Após desembarcaram no Brasil eram comprados como mercadorias por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e, muitas vezes, violenta. 
Embora muitos considerassem normal e aceitável, a escravidão naquela época, havia aqueles que eram contra este tipo de prática, porém eram a minoria e não tinham influência política para mudar a situação. Contudo, a escravidão permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve o sistema escravista por tantos anos foi o econômico. A economia do Brasil contava quase que exclusivamente com o trabalho escravo para realizar os trabalhos nas fazendas e nas minas. As providências para a libertação dos escravos, de acordo com alguns políticos da época, deveriam ser tomadas lentamente.
O início do processo de libertação dos escravos e fim da escravidão 
Na segunda metade do século XIX surgiu o movimento abolicionista, que defendia a abolição da escravidão no Brasil. Joaquim Nabuco foi um dos principais abolicionistas deste período.
A região Sul do Brasil passou a empregar trabalhadores assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros, a partir de 1870.  Na região Norte, as usinas produtoras de açúcar substituíram os primitivos engenhos, fato que possibilitou o uso de um número menor de escravos. Já nos principais centros urbanos, era grande a necessidade do surgimento de indústrias. Visando não causar prejuízo financeiros aos proprietários rurais, o governo brasileiro, pressionado pelo Reino Unido,  foi alcançando seus objetivos lentamente. 
A primeira etapa do processo foi tomada em 1850, com a extinção do tráfico de escravos no Brasil. Vinte e um anos mais tarde, em de 28 de setembro de 1871, foi promulgada a Lei do Ventre-Livre. Esta lei tornava livres os filhos de escravos que nascessem a partir da decretação da lei.
No ano de 1885, foi  promulgada a lei Saraiva-Cotegipe (também conhecida como Lei dos Sexagenários) que beneficiava os negros com mais de 65 anos de idade.
Foi somente em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que a liberdade total e definitiva finalmente foi alcançada pelos negros brasileiros. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel (filha de D. Pedro II), abolia de vez a escravidão em nosso país. 
 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

"A você mamãe"

Mãe (A melhor Música de Mãe do Brasil) - Marcos Antonio

Mãe - Mattos Nascimento

oO FILHO QUE NÃO NASCEU


Filho Que Não Nasceu



Minha mae, por que a senhora nao me deixou nascer?

Eu queria tanto, maezinha!

Lutei, trabalhei, empenhei-me, para conseguir a autorizaçao para renascer.

E a senhora comprometeu-se comigo; comigo e com Deus.

Como fiquei alegre, no dia em que a senhora, em espírito, ao lado de papai, concordou em receber-me na intimuidade de seu lar. Eu ansiava pelo esquecimento, desejava novo corpo que me possibilitasse resgatar meus erros do passado. Planejava um futuro de luz. Na verdade, minha vida estaria marcada por provas e testemunhos redentores. Mas eu preparei-me, confiante no seu amor! E, no momento em que eu mais necessitei, a senhora me assassinou!

Por que maezinha?! Por que?!!!

Quando a senhora me sentiu no santuário de seu ventre, mudou de conduta, de comportamento. E começou a torturar-me. Seus pensamentos de revolta, que ninguém ouvia, retumbavam em meus ouvidos insipientes, quais gritos lascinantes, que me afligiam muito. Os cigarros que a senhora fumava, muitas vezes, me intoxicavam. Seu nervosismo, fruto da sua insatisfaçao, eram-me verdadeiras chicotadas.

Quando decidiu abortar-me, aconteceu uma coisa interessante: a senhora querendo me expulsar de seu ventre e eu, lutando, para nele permanecer.

Por que a senhora fechou os ouvidos à voz da consciência que lhe pedia compaixao e serenidade? Por que anestesiou os sentimentos a ponto de esquecer-se que eu portava um universo de bênçaos e alegrias para você?

Seria o filho obediente e amoroso. Trazia recursos que lhe facilitariam a existência, nos últimos anos de sua presença na Terra.

Mas a senhora nao quis; e veja a conseqüência: eu, atormentado por nao renascer, e a senhora, doente, triste, intranqüila. Sua mente, acicatada pela afliçao e seus sonhos, povoados de pesadelos.

Por que maezinha, a senhora nao me deixou nascer?

- Ainda é cedo, pensava.

- Quero gozar a vida, passear, divertir-me, viajar. Filhos, só depois!.

Mas filho algum chega em momento inadequado. As leis da vida sao sábias, e ninguém nasce por acaso.

Mas, pelo muito amor que lhe tenho, estou pedindo a Deus misericórdia, em seu favor. Ouso, mesmo, interceder para que a senhora alcance a bençao do reequilíbrio, a fim de que, num futuro próximo, nós estejamos juntos, eu, em seu ventre, e a senhora, como sempre, em meu coraçao. Eu, me alimentadndo, na fonte de sua vitalidade, e a senhora fortalecendo-se, na gratidao de meus mais puros sentimentos.

Maezinha, por favor, nao repita seu ato premeditado, refletido.

voltou para viver e ajudá-la a ser feliz.

Maezinha, nao se esqueça de mim, nao me abandone, nao me expulse, nao me mate de novo, preciso renascer.

A carta do bebê para sua Mãe aborto.flv

Homenagem às Mães!

para vc mae

Rick e Rener - Mãe PARABÉNS A TODAS AS M~ES QUE GERARAM GERAÇÕES DA ESCOLA PROFESSORA AZINETE RAMOS CARNEIRO

MAMÃE ANJO DIVINO,
CHEIA DE ENCANTOS MIL, SE NÃO EXISTISSE MÃE, NÃO EXISTIA O BRASIL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 23 de abril de 2012

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

18 DE ABRIL

DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL

MONTEIRO LOBATO


"Um país se faz com homens e livros"
(Monteiro Lobato)

José Bento Monteiro Lobato nasceu em 18 de abril de 1882, em Taubaté, no Vale do Paraíba. Estreou no mundo das Letras com pequenos contos para os jornais estudantis dos colégios Kennedy e Paulista.
No curso de Direito da Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, dividiu-se entre suas principais paixões: escrever e desenhar. Colaborou em publicações dos alunos, vencendo um concurso literário, promovido em 1904 pelo Centro Acadêmico XI de Agosto.
Morou na república do Minarete, liderou o grupo de colegas que formou o "Cenáculo" e mandou artigos para um jornalzinho de Pindamonhangaba, cujo título era o mesmo daquela república de estudantes.
Nessa fase de sua formação, Lobato realizou as leituras básicas e entrou em contato com a obra do filósofo alemão Nietzsche, cujo pensamento o guiaria vida afora.
Viveu um tempo como fazendeiro e foi editor de sucesso. Mas foi como escritor infantil que Lobato despertou para o mundo em 1917.
Escreveu, nesse período, sua primeira história infantil, "A menina do Narizinho Arrebitado". Com capa e desenhos de Voltolino, famoso ilustrador da época, o livrinho, lançado no natal de 1920, fez o maior sucesso. Dali nasceram outros episódios, tendo sempre como personagens Dona Benta, Pedrinho, Narizinho, Tia Anastácia e, é claro, Emília, a boneca mais esperta do planeta.
Insatisfeito com as traduções de livros europeus para crianças, ele criou aventuras com figuras bem brasileiras, recuperando costumes da roça e lendas do folclore nacional. E fez mais: misturou todos eles com elementos da literatura universal da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema.
No Sítio do Picapau Amarelo, Peter Pan brinca com o Gato Félix, enquanto o Saci ensina truques a Chapeuzinho Vermelho no país das maravilhas de Alice. Mas Monteiro Lobato também fez questão de transmitir conhecimentos e ideias em livros que falam de história, geografia e matemática, tornando-se pioneiro na literatura paradidática - aquela em que se aprende brincando.
Trabalhando a todo vapor, Lobato teve que enfrentar uma série de obstáculos. Primeiro, foi a Revolução dos Tenentes que, em julho de 1924, paralisou as atividades da sua empresa durante dois meses, causando grande prejuízo. Seguiu-se uma inesperada seca, obrigando a um corte no fornecimento de energia. O maquinário gráfico só podia funcionar dois dias por semana.
E, numa brusca mudança na política econômica, Arthur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil. A conseqüência foi um enorme rombo financeiro e muitas dívidas. Só restou uma alternativa a Lobato: pedir a autofalência, apresentada em julho de 1925. O que não significou o fim de seu ambicioso projeto editorial, pois ele já se preparava para criar outra empresa.
Assim surgiu a Companhia Editora Nacional. Sua produção incluía livros de todos os gêneros, entre eles traduções de Hans Staden e Jean de Léry, viajantes europeus que andaram pelo Brasil no século XVI. Lobato recobrou o antigo prestígio, reimprimindo na empresa sua marca inconfundível: livros bem impressos, com projetos gráficos apurados e enorme sucesso de público.
Sofreu perseguições políticas na época da ditadura, porém conseguiu exílio político em Buenos Aires. Lobato estava em liberdade, mas enfrentava uma das fases mais difíceis da sua vida. Perdeu Edgar, o filho mais velho, e presenciou o processo de liquidação das companhias que fundou e, o que foi pior, sofreu com a censura e atmosfera asfixiante da ditadura de Getúlio Vargas.
Partiu para a Argentina, após se associar à Brasiliense e editar suas "Obras Completas", com mais de dez mil páginas, em trinta volumes das séries adulta e infantil. Regressou de Buenos Aires em maio de 1947 para encontrar o país às voltas com situações conflituosas do governo Dutra. Indignado, escreveu "Zé Brasil".
No livro, o velho "Jeca Tatu", preguiçoso incorrigível, que Lobato depois descobriu vítima da miséria, vira um trabalhador rural sem terra. Se antes o caipira lobatiano lutava contra doenças endêmicas, agora tinha no latifúndio e na distribuição injusta da propriedade rural seu pior inimigo. Os personagens prosseguiam na luta. Porém, seu criador já estava cansado de tantas batalhas. Monteiro Lobato sofreu dois espasmos cerebrais e, no dia 4 de julho de 1948, virou "gás inteligente" - o modo como costumava definir a morte.
Monteiro Lobato foi-se aos 66 anos de idade,
deixando uma imensa obra para crianças, jovens e adultos e o exemplo de quem passou a existência sob a marca do inconformismo.
Pesquisa no site www.lobato.com.br
SOBRE OS LIVROS
"Na deixa da virada do milênio, anuncia-se um revolucionário conceito de tecnologia de informação, chamado de Local de Informações Variadas, Reutilizáveis e Ordenadas - L.I.V.R.O. Ele representa um avanço fantástico na tecnologia. Não tem fios, circuitos elétricos, pilhas. Não necessita ser conectado a nada nem ligado.
É tão fácil de usar que até uma criança pode operá-lo. Basta abri-lo!
Cada L.I.V.R.O. é formado por uma seqüência de páginas numeradas, feitas de papel reciclável e são capazes de conter milhares de informações. As páginas são unidas por um sistema chamado lombada, que as mantém automaticamente em sua seqüência correta.
Através do uso intensivo do recurso TPA - Tecnologia do Papel Opaco - permite que os fabricantes usem as duas faces da folha de papel. Isso possibilita duplicar a quantidade de dados inseridos e reduzir os seus custos pela metade! Especialistas se dividem quanto aos projetos de expansão da inserção de dados em cada unidade. É que, para se fazer L.I.V.R.O.s com mais informações, basta se usar mais páginas. Isso, porém, os torna mais grossos e mais difíceis de serem transportados, fato que atrai críticas dos adeptos da portabilidade do sistema.
Cada página do L.I.V.R.O. deve ser escaneada opticamente, e as informações transferidas diretamente para a CPU do usuário, em seu cérebro. Lembramos que quanto maior e mais complexa a informação a ser transmitida, maior deverá ser a capacidade de processamento do usuário.
Outra vantagem do sistema é que, quando em uso, um simples movimento de dedo permite o acesso instantâneo à próxima pagina. O L.I.V.R.O. pode ser rapidamente retomado a qualquer momento, basta abri-lo. Ele nunca apresenta "ERRO GERAL DE PROTEÇÃO", nem precisa ser reiniciado, embora se torne inútil caso caia no mar, por exemplo.
O comando "broxe" permite acessar qualquer página instantaneamente e avançar ou retroceder com muita facilidade. A maioria dos modelos à venda vem com o equipamento "índice" instalado, o qual indica a localização exata de grupos de dados selecionados.
Um acessório opcional, o marca-páginas, permite que você acesse o L.I.V.R.O. exatamente no local em que o deixou na
última utilização, mesmo que ele esteja fechado. A compatibilidade dos marcadores de página é total e permite que funcionem em qualquer modelo ou marca de L.I.V.R.O. ,
sem necessidade de configuração. Além disso, qualquer L.I.V.R.O. suporta o uso simultâneo de vários marcadores de página, caso seu usuário deseje manter selecionados vários trechos ao mesmo tempo. A capacidade máxima para uso de marcadores coincide com o número de páginas.
Pode-se ainda personalizar o conteúdo do L.I.V.R.O., através de anotações em suas margens. Para tanto, deve-se utilizar de um periférico de Linguagem Apagável Portátil de Intercomunicação Simplificada - L.A.P.I.S..
Portátil, durável e barato, o L.I.V.R.O. é apontado como o instrumento de entretenimento e cultura do futuro. Milhares de programadores desse sistema disponibilizaram vários títulos e upgrades para a utilização na plataforma L.I.V.R.O."
Autor: Millôr Fernandes

E A DATA SE REPETE
Ano brinca em trezentos e sessenta e tantos dias e volta às páginas dos Livros Infantis, combinando com a gente a boa lembrança de homenagear o seu dia.
Como é bom viver as cores e sentir os sabores doces de um mundo maravilhoso de contos.
Os criadores desses mundos são frutos sagrados que Deus plantou na nossa lembrança. São árvores frondosas, cheias de felicidade, que com muito amor escrevem para nós. Nada melhor do que lembrar suas criações e repetir sempre quem faz os contos infantis. Merecem estar bem pertinho do Céu e ter sempre as inspirações de como viver com os bichos falantes, os príncipes encantados e as princesas beijadas por sapos.
Contar estórias pitorescas de subir num pé de feijão pra encontrar outro mundo encantado.
Ter contato com bruxas malvadas e falar com espelhos mágicos.
Sonhar com estrelas e achar lindo o romance da Lua com o Sol.
Fazer do mar um viveiro de peixes falantes e coloridos ávidos da boa vida encantada.
Ter um velhinho de barba muito branca trazendo presentes para serem depositados numa Árvore de Natal.
São contos e realidades que fazem os meninos de hoje serem os homens sonhadores e felizes de amanhã.
Duvido que algum de nós não tenha lido um Conto Infantil, que seja, na sua vida.
Então, Mestres dos Sonhos Coloridos, muito obrigado por toda essa coletânea infindável que existe em nossas mãos, para lermos e contarmos para os nossos pequeninos antes de dormir.
Viva o dia 18 de Abril. Ele é o dia dos Contos Infantis e de seus maravilhosos criadores.
Autor: Paulo Kwamme

DIA DO LIVRO
Sempre existirá um dia em que leremos livros que ficarão em nossa memória pro resto da vida: os livros das crianças. Hoje prestamos homenagens aos pequeninos, contando fábulas e contos infantis, que os puros e fantásticos escritores criaram com as letras, suas mais belas estórias de um mundo puro, só de fantasias.
Como não navegar no mar que nos dá princesas e príncipes, bruxas e bonecas de pano, e mais bichos falantes, fadas e magos, nesse mundo maravilhoso de cores e repleto de alegrias infindáveis. Assim é a melhor parte de nossa infância. Ela é a criadora dos sonhos e da nossa transformação no mundo do bem, e que tem sempre um final feliz.
Não falo o nome de ninguém na minha singela homenagem. Porque são tantos e teria que ter um milhão de braços para poder abraçá-los, um a um. E pedir, ao Pai do Céu, licença pra aqueles que já partiram.
Autor: Paulo Kwamme

MONTEIRO LOBATO
(Minibiografia poética)
Taubaté=SP= 18/04/1882 +04/07/1948

Lobato, o grande autor da literatura infanto-juvenil,
Também traduziu e adaptou vários livros estrangeiros.
No livro Urupês, Jeca Tatu é o personagem central;
Rui Barbosa louvou o livro no Congresso brasileiro!
Lobato foi quem fundou a primeira editora nacional.

Após início de sua carreira, Lobato vai aos Estados Unidos.
Com o progresso lá visto, retornou com idéias diferentes,
Por defender nosso petróleo, passou situações amargas.
Sua carta, com o tema "Petróleo", ofendeu o Presidente Vargas.
Por este motivo, acabou detido no presídio Tiradentes...
Sua luta pelo petróleo brasileiro deixou-o magoado e doente!

Nacionalista, Lobato escrevia sobre o futuro da nação.
Grande parte de suas obras direcionava às crianças.
Lobato embolsava nas histórias a alegria e a confiança;
A leitura levava o transmite para a boa educação!

No livro, O Sítio do Pica-pau Amarelo,
Jeca Tatu, Boneca Emília, Narizinho, Tia Nastácia, Visconde de Sabugosa, Cuca, Saci, Pedrinho e outros,
Como personagens, vivem aventuras inacreditáveis!
Para o mundo, Lobato, é um dos escritores notáveis...

Autor: Manuel de Almeida (Manal)